Conheça as revelações suprafísicas a respeito de enigmas extraterrestres.

Quem era o Jeová do Antigo Testamento? A Conspiração Elohim – Série de Artigos “Enigmas Revelados” do Portal Ufosofia. por Aijalom Wagner

21. Set, 2011

Segundo os Mestres de Luz

A ideia de que a humanidade foi escravizada por algum tipo de manipulação extraterrestre, de acordo com alguns investigadores, é a base atual das histórias da Criação encontradas nos registros Sumérios antigos e os posteriores escritos hebreus. Esta ideia é demonstrada em detalhe na obra do acadêmico israelita Zecharia Sitchim, quem utiliza os registros Sumérios para argumentar que o moderno Homo-Sapiens foi manipulado por seres do espaço exterior chamados “Nefelim”. Ele crê que os Nefilins chegaram inclusive a “criar” a raça atual do Homo Sapiens Sapiens mediante a modificação genética do Homo-Erectus.

Em 1989, a hipótese radical de Zecharia Sitchim avançou a outro nível com a publicação do Livro Os Deuses do Éden, apropriadamente subtitulado: A Aterrorizante Verdade sobre os a Infiltração Extraterreste e a Conspiração para Manter a Humanidade Escravizada . O Autor, um advogado californiano com o pseudônimo de William Bramley, recompilou as principais investigações anteriores sobre o tema dos “astronautas antigos” e as reuniu com uma particular visão conspiratória da história. As teses chocantes de Bramley, que confronta quase todas as crenças populares, é a seguinte:

“Haviam seres similares aos humanos reproduzindo-se m um planeta ilhado próximo de nossa galáxia. Esta raça humana foi uma vez fonte de mão obra para a civilização Nefelim, que tinha submetido a esta espécie Homo Sapiens. Quando os Nefilins chegaram a Terra modificaram o DNA do Homo Erectus e criaram seres similares aos do pequeno planeta antes nomeado. Atualmente, a raça Homo Sapiens Sapiens é a que aparentemente tem o controle do planeta Terra, mas para os Nefilins não é assim, pois para manter o controle sobre sua posse e manter a Terra como uma espécie de Prisão, essa outra civilização tem alimentado um interminável conflito entre os seres humanos, tem promovido uma decadência espiritual e tem criado na Terra condições irreversíveis de dor física. Esta situação tem existido por milhares de anos, e ainda continua até nossos dias” (Os Deuses do Éden).

A ideia de que a humanidade é o produto de uma engenharia genética, conduzida por extraterrestres provenientes de alguma parte, fora de nosso pequeno planeta, desafia tanto a evolução Darwiniana como o Criacionismo. Acaso os dogmas da religião não nos tem negado a verdade acerca de nossas origens?
A igreja Cristã proclama que um suposto onisciente todo-poderoso “Deus”, criou a nosso primeiros pais do “barro”, de maneira parecida como o artista modela a argila. Somente quando Adão e Eva rompem com as regras de seu Criador são sujeitos à dor, a enfermidade e a morte. Por desobedecer este “Deus” também condenaram a sua descendência, a toda humanidade, a ser “pecadores”. O cristianismo deriva seu infortunado relato sobre Adão e Eva do primeiro livro da Bíblia Hebreia, o Antigo Testamento, o Gênesis.

Se interpretarmos a Bíblia literalmente, assumindo que se trata de um documento histórico falível, se nos apresenta um “Deus” (Jeová ou Javé) quem, por sua própria palavra, admite ser zeloso, colérico e vingativo. O temor do “Senhor” (Jeová) aparece enfatizado constantemente a través do Antigo Testamento. Se espera dele que recompense aqueles que lhe adoram e que mantenham a observância da lei ritual, gratificando seus desejos mundanos por posses materiais e poder. Não se pode deixar de notar que este cruel, sanguinário e egoísta “Deus” se assemelhe grandemente aos caprichosos deuses Sumérios.(Não se afirma aqui que não haja um Ser Criador, pessoal ou força criadora do universo, mas se questiona a humanidade de um “Deus” descrito religiosamente por livros ditos sagrados, hora se Deus é perfeito também devem ser perfeitas suas ações, e que este seja um exemplo, não que faça tudo que lhe apraz, desobedecendo às próprias regras como um ditador enlouquecido. Deve-se se ter uma ideia de Deus perfeito, neutro, absoluto e inteligente. Sendo assim questiona-se a posição do Deus bíblico e suas implicações baseadas em seu comportamento, tão humanos quanto cósmicos. Uma inteligência que se apresentou ou foi confundido e toado como Deus, assim como fazem os imperadores e faraós antigos.)

De acordo com o Gênesis, este “Deus”, muito humano, desconhecia que seus apreciados humanos haviam deixado de perder sua criação ao comer a “fruta proibida”. Depois disto, havendo expulsado ao primeiro casal humano do Paraíso, ameaçou a seus descendentes com sua cólera até o dia em que afogou o mundo inteiro com aquilo conhecido como Dilúvio.
Este “Deus” Jeová, como o historiador Gibbon observa em sua obra “”The Decline and Fall of the Roman Empire”, é um “ ser propenso a paixão e ao terror, caprichoso a seu favor, implacável em seu ressentimento, zeloso de sua supersticiosa adoração e confinando sua providência parcial a uma simples pessoa e a sua vida transitória”.
A investigação indica que a Bíblia Hebreia, longe de ser um texto histórico infalível criado por um Ser Supremo, resulta ser uma grande revisão compilada de pelo menos dois trabalhos separados. Reunidos no livro de Gênesis existem dois trabalhos separados conhecidos pelos acadêmicos como as Tradições do Norte “E” e as do Sul “J”, as quais são complementadas por revisões e inserções adicionais.

Na “E” (que contém as passagens referentes aos Elohim) está à tradição pré-judaica da gente do Norte que exaltavam a Elión, o Mais Elevado Deus e aos demais Elohim. As passagens correspondentes a “J”, ou jeovistas, descrevem uma entidade totalmente fora de si, o malvado Jeová (YHWHV), o “Senhor”. De acordo com Max J. Dimont, em “Jews, God and History”: “No século V A.c. os Sacerdotes judeus combinaram porções dos Documentos “J” e “E”, adicionando informações adicionais (conhecido como fraude piedosa); os documentos resultantes de conhecem como ‘JE’, já que “Deus”, nestas passagens, é nomeado como ‘Jeová Elohim’ (traduzido como ‘Senhor Deus’).”
A isto se deve a o fato de encontrarmos na Bíblia, imagens contraditórias e conflitivas do Supremo Deus. Encontramos a Jeová, um deus tribal, apresentando-se como Deus Supremo. Os primeiros capítulos descrevem um impressionante entre dois poderes rivais. Por um lado está Elión, o Eloah que “cria” mediante seu próprio espírito manifestado; e do outro lado está o malévolo Senhor Deus Jeová, que criou a um ser sintético composto de “barro”, Jeová resulta ser Satanael, um Eloah que se levantou em rebelião contra os outros Elohim. Ainda que posteriormente nomeado de Único Deus, inicialmente os Hebreus conheciam a Jeová somente com mais um dos muitos Elohim. Eles citam o Canto de Moisés para distinguir Elión, o Mais Elevado e o Jeová usurpador:

“Quando o Altíssimo Elión repartiu as nações, quando distribuiu aos filhos de Adão, fixou as fronteiras do povos, segundo o número dos filhos de Deus; mas a porção de Jeová foi seu povo, Jacó sua parte de herança,” (Deuteronômio 32:8-9).

Os Cristãos Gnósticos dos primeiros séculos, quem preservaram os ensinamentos de Jesus, faziam uma distinção entre o Pai Celestial (aqui já falamos do Absoluto) e o deus da Bíblia Hebreia. Jeová (YHWH) não era o Pai revelado por Jesus. Enquanto a Bíblia Hebreia revelava a um deus tribal, o Deus de Jesus era um Deus de amor. De fato, Jesus nunca se referiu ao Pai Celestial como Jeová. O Evangelho Gnóstico de Pedro estabelece que os Hebreus se encontravam debaixo da ilusão ou engano de que conheciam ao Ser Supremo, mas eram ignorantes do mesmo, e conheciam só a um falso deus, um impostor, cuja natureza verdadeira era desconhecida para eles.
Os Gnósticos, baseados e seu profundo estudo do livro do Gênesis, expõem a Jeová como Satanael o Demiurgo, o poder criativo deste caído mundo material, que é hostil ao Ser Supremo. Um Mestre Gnóstico disse como 72 Elohim criavam os anjos, aos arcanos, potestades e dominações. O mundo, no entanto, e tudo nele foi construído por 7 Elohim particulares, e o nome também é obra prima dos Elohim. Estes 7 Elohim ele os descreveu como artesões rebeldes.

A Igreja Católica, ao aceitar a Bíblia Hebreia em sua interpretação literal, confunde Jeová o deus tribal com o Absoluto. Imitando a antiga Israel, a Igreja se estabelece como um império político e religioso. Somente os Cristãos Gnósticos permaneceram em seu caminho. Os Gnósticos foram denunciados viciosamente como hereges, tanto que seus livros sagrados foram roubados e queimados. Graças ao descobrimento milagroso de algumas escrituras Gnósticas em Nag Hammadi, Egito, na metade do Século XX, podemos ter uma melhor compreensão das comunidades Cristãs Gnósticas dos primeiros séculos de nossa era.
Um trabalho Gnóstico descoberto em Nag hammadi denominado o Apocalipse de Adão, é um reconto da criação de Adão e Eva. Este livro, que data do primeiro século, pode haver sido um tentativa de reconstruir o Gênesis original. Diz-se que Adão declarou:

“Quando deus menor me criou da terra, junto com Eva tua mãe, meu espírito estava com o dela na glória de Éon, o Pai Verdadeiro”. Ela me ensinou a palavra de conhecimento do Deus Eterno. E nós nos assemelhamos aos amorosos anjos, porque éramos espiritualmente maiores que o deus que nos havia criado.
Então deus (o Demiurgo/Satanael), o regente dos poderes, em cólera nos dividiu: Então nos convertemos e duas metades, uma espiritual e outra, dependente da parte física. E a glória em nosso corações nos abandonou. Depois daqueles dias, o conhecimento eterno de Deus da Verdade (Pai Celestial) se retirou de mim e de tua mãe Eva. Desde esse momento aprendemos acerca das coisas que perecem, como o homem. Então reconhecemos ao deus (Demiurgo) quem nos havia criado. Nós éramos estranhos pare ele e seus poderes. E lhe servimos em temor e escravidão”
Os Gnósticos entenderam que existem muitas ordens diferentes de seres. Seus escritos referem-se a numerosas Hierarquias de entidades espirituais, tanto de Luz quanto de obscuridade.
John A. Keel, autor de “Disneyland of the Gods” e Our Haunted Planet”, argumenta que o crescente interesse aparecido nos finais do século XX, em relação aos extraterrestres, alienígenas e Óvnis, é somente uma versão moderna das mesmas forças que outras pessoas e culturas alguma vez identificaram como “demônios” ou “anjos caídos”:
“Os discos são meramente outro marco da referência que nos prove de explicações aceitáveis para alguns destes grotescos eventos. Um fenômeno invisível está nos cercando constantemente e manipulando nossas crenças. Só vemos o que eles escolhem que vejamos, e usualmente nos reagimos”

A ideia de que o corpo humano é o resultado do trabalho de criadores malévolos é notavelmente parecida à ideia de extraterrestres envolvidos e engenharia genética para “criar” o homo-sapiens. Estamos tratando com o mesmo fenômeno? Conheciam os Gnósticos a verdade sobre a verdadeira origem do homem e dos poderes invisíveis que buscam manter aos seres humanos atados? São os malévolos criadores quem, segundo os Gnósticos, sequestram a seres espirituais e lhes tranca em corpos físicos, os mesmos deuses criadores extraterrestres da Suméria? Considere a seguinte observação de um acadêmico Gnóstico, o Dr Stephen Hoeller:

“Os anjos caídos estrelares e outros espíritos regentes aparecem como tirânicos, limitando as agências nesta visão Gnóstica. Eles são usurpadores que senhoreiam sobre a Humanidade e a criação com o fim de acrescentar sua própria importância e glória. Cabe então aos conhecedores realizar isto e fugir da influência destes poderes. O predicado existencial da vida humana radica na incômoda dominação que exercem estes deuses menores sobre o espírito dos seres humanos, e do qual só a realização da Gnosis pode extraí-los.” (Jung and the Lost Gospels).

Os anjos criadores o Arcontes também se caracterizam como poderes terríveis ou forças da ilusão e negatividade. São como carcereiros de uma prisão, buscando manter a seus cativos humanos atados a Terra. Iludido com a existência material, o homem crê que é somente um corpo e não se dá conta da verdade acerca de sua origem. Esta condição perpetua a cegueira espiritual, deixando a humanidade cativa dos Carcereiros (Custódios).

No entanto, os Gnósticos nunca cessaram de proclamar que o verdadeiro Ser do Homem não é seu corpo, e o mundo material definitivamente não é seu verdadeiro lugar. O homem é um ser espiritual e seu propósito é a realização de seu Ser Superior, esta centelha de luz exilada (ou escondida no mais profundo) do corpo físico. Seu destino é retornar ao Reino da Luz, seu verdadeiro lugar mais além do plano material.

A Conspiração Elohim
Palavra de Hondinni Cársegas:

A Conspiração Elohim é um trabalho canalizado por Jorge Olguin e nos chega em exclusividade através do material conscienciológico do Projeto Consciência Maior. Texto traduzido por Aijalom Wagner assim como os comentários e demais informações. Apresenta-se esta impressionante mensagem que revela as origens do homem. Inspirado por Mestres de Luz por intermédio das sessões de contato telepático emitido da Extra-Consciencia da entidade comunicada e captado pela consciência 90% ou Eu Superior do comunicado.

Assim como sempre deixamos claro, as canalizações não são diretas, pois os 10% encarnado do indivíduo não pode receber diretamente canalizações de uma entidade do plano suprafísico. Portanto qualquer que afirmar estar recebendo mensagens do além está na verdade sendo instrumento de entidades baixas, pois o contato telepático não é direcionada a parte encarnada mas ao Eu Superior e a parte encarnada precisa entender os conceitos e traduzi-los.
Também mensagens extraterrestres são um equívoco pois eles não podem intervir numa sessão de canalização pois são seres físicos, os que afirmam canalizar extraterrestres estão falando de si mesmos ou recebendo mensagens de espíritos mal intencionados que se passam por extraterrestres. Todos os seres vivos seguem uma lei igual que é a limitação que há entre cada um dos planos e vibrações.

Bibliografia bíblica: Revista “Más Allá de la Ciência”.
No princípio do livro El Cielo Responde se lê o seguinte parágrafo:
“No começo era singularidade, era o nada e era o Todo”. Havia terminado um Ciclo e o Absoluto não se encontrava manifesto. Logo, em um nano segundo, se manifestou através de diversas criações. Houve um Big Bang onde começou novamente o espaço-tempo par dar início ao universo físico e aos supra universos espirituais.
O absoluto cria então aos Elohim ou deuses menores, que são os continuam a tarefa criadora nos distintos universos. Deriva a tarefa principal a 72 Elohim.

Os Elohim criam então aos distintos seres angélicos (serafins, querubins, tronos, dominações, potestades, virtudes, principados, arcanjos e anjos), aos elementais da natureza (gnomos, sílfides, salamandras, ondinas, fadas, ninfas, tasgos, sátiros, faunos, peris, vesticos, sereias, etc.) e aos espíritos, que encarnam em plano físico para começar sua evolução”.

A continuação passou a explicar a tremenda conspiração organizada por alguns Elohim.
Passaram os milênios no planeta Terra foram ficando atrás as distintas eras. O ser humano já possuía uma linguagem escrita. A história estava em seus começos. Desses 72 Elohim originais, haviam seis deles que puseram atenção em nosso mundo. Coincidiu com a época que Eloáh Jeová foi nomeado Logos Solar do planeta Terra.
Esses dez Elohim estavam em contato telepático com os HA, seres de Vegas V. os HA eram despóticos, cruéis, manipuladores. Um desses Elohim ou deuses menores era o logos desse planeta. Se chamada Elión, que significa Supremo, e consentia com a conduta equivocada dos HA. Os outros cinco Elohim eram Hashem, Shadai, Kadosh, Ramahan e Adonai. Salvo este último, todos os demais gozavam como própria às ânsias de poder da raça HA. Se permitem a expressão, observavam a conduta dos HA durante milênios, como se nós olhássemos uma obra de teatro. Era evidente que, apesar do plano elevado dos Elohim, o ego havia feito presa de alguns deles. E seus espelho físico eram os HA.

Essa raça desenvolveu cedo sua tecnologia e começou primeiro com explorações dentro de seu sistema estrelar e logo, com viagens interestrelares. Assim foi como chegaram a Terra, onde logo se armou a grande conspiração.
A Bíblia tem vários relatos que contam sobre a crueldade dos HA, supervisionados pelos Elohim. E Jeová, o logos planetário, que permitia o mal, não se opôs a crueldade dos extraterrestres, ainda que não aceitasse dividir o “poder” com outros Elohim, pois era zeloso de suas posses. Alguns escritos provam que Elión de mesma forma impôs seu domínio real no planeta Terra.

Transcrevo um dado bíblico, tal qual foi escritor: o Deuteronômio, em sua versão mais antiga, diz que “quando Elión repartiu as nações, quando distribuiu aos filhos de Adão, fixou as fronteiras dos povos segundo o numero de seus habitantes, reservando para Jeová um desses povos” (Deuteronômio 32, 8-9). Ou seja, Jeová, ainda sendo logos planetário, permitia que outros Elohim tomassem decisões sobre a raça humana. Esses Elohim ou deuses menores se reuniam periodicamente em um lugar chamado “a montanha da Assembleia” ou “o monte da Reunião”, localizada nos confins do monte Safon (Isaías 14,13). Obviamente, os que se reuniam não eram os Elohim, pois estes não necessitavam de um lugar físico. Os que formavam essa Assembleia eram os HA, a raça extraterrestre vinda de Veja V. as provas estão nos escritos bíblicos, pois no Salmo 82 há relatos desta reunião: “Elión se ergue na Assembleia Divina, no meio dos deuses (Elohim) julga: Até quando julgareis injustamente e aos malvados mimareis? Eu tenho dito: Deuses sois, e filhos de Elión todos vós. No entanto, como homens morrereis, e como qualquer dos príncipes caireis”.
É obvio que os HA obedeciam a Elión, e ali Jeová não tinha parte. Os antigos escritos davam a entender que os “deuses” se incorporavam. Em Gênesis 32,25 Jacó lutou corpo a corpo contra um ser estranho e este reconheceu finalmente ser um dos Elohim, isso atemorizava mais que se alguém dissesse que era de outro mundo.

Não resta duvida que Jeová pactuou com Elión, pois os HA também se puseram a sua disposição. Em Êxodo 33,11 Moisés conversava na tenda da Reunião cara a cara com Jeová e não resta dúvida que um ser de Veja V era o que caracterizava a um deus, pois o escrito diz que estão frente a frente “como conversa um homem com seu amigo”. Em ocasiões, inclusive passeavam de incógnito pelo acampamento, pelo que exigia que todas a dezenas estivessem devidamente enterradas. (Deuteronômio 23, 13-15), como se ele fosse um homem como os outros, sensível à sociedade. O que diferenciava aos HA dos humanos, mais que seu aspecto físico, era o poder que possuíam e que as tribos atribuíam a “Glória de Jeová”.

Esta “coluna de nuvem” que se transformava em coluna de fogo durante as noites de travessia pelo deserto a que se refere o Êxodo, se deveu tratar-se da nave estrelar dos HA. A chamada “Glória de Jeová” (mais adiante descreveremos o que significa a palavra ‘glória’) tinha “duas caras”: uma delas, conhecida como “o rosto de Jeová”, era especialmente perigosa, pois segundo conta a Bíblia nenhum homem podia vê-la e sobreviver.
No entanto, Moisés conseguiu ver a cara posterior refugiando-se na fenda de uma rocha, fazendo caso aos conselhos de Jeová (Êxodo 33,20). É evidente que “a cara anterior de Jeová” se tratava da parte inferior da nave dos HA, onde estavam seus motores, já que quando a “Glória” se situava sobre a Tenda da Reunião, Moisés não podia entrar nela (Êxodo 40, 34-35),mas quando “aterrorizava” ao lado, não havia perigo (Êxodo 33, 9). Esta nave tinha poderoso armamento, pois “era capaz de esculpir um fogo que podia abrasar de uma só vez a 250 homens (Números 16, 35) ou de destruir cidades inteiras (Gênesis 19)

A maioria das pessoas, devido à desinformação das religiões tradicionais, segue crendo que Jeová é o Absoluto, mas os escritos demonstram que era um deus tribal, não universal, e que sua maior obsessão era repovoar seu território com gente que lhe fosse fiel. Dessa maneira, se assegurava de que no futuro não surgissem nenhum foco de “idolatria” a outros deuses, pois considerava a esse povo “de sua propriedade pessoal” (Deuteronômio 7, 6).
Assim começa a Conspiração dos Elohim. Devia “esvaziar” previamente esse território de seus anteriores populadores. Assim que Jeová deu ordem de conquistá-lo de conquistá-lo. Isso sim para assegurar-se que não haveriam futuras “contaminações” religiosas, decretou muitas vezes a morte de seus habitantes: “Das cidades desses povos que Jeová, teu Elohim, te dá por herança não deixará viva coisa alguma; mas consagrarás ao completo extermínio ao Hitita, ao Amorreu, ao Cananeu, ao Pereseu, ao Jebuseu, conforme Jeová, teu Elohim, te tem ordenado; a fim de que não os ensinamento a imitar todas as abominações que tem cometido em honra a seus deuses e pequeis contra Jeová, vosso Elohim” (Deuteronômio 20, 16-18).

Ou seja, Jeová não queria prisioneiros, nem se quer mulheres ou crianças, tal era sua crueldade. Por isso tampouco teve dúvidas em aplicar o mesmo “remédio” entre os habitantes de seu povo quando estes sentiam que Jeová não era o deus de bondade que eles esperavam e começam a adorar de novo a seus antigos deuses: “Assim tem dito Jeová, deus de Israel: ‘Ponha cada um sua espada ao costado, passa e repassa pelo acampamento de porta em porta e matem a cada um ao próprio irmão, ao próprio companheiro, ao próprio parente!” (Êxodo 32, 27).

Esta ordem deixou como consequência que três mil homens fossem vítimas de tão drástica medida, morrendo nas mãos de seus seres mais queridos.

Com respeito dos HA, os seres de Vega V, tinham trajes resplandecentes. Uma das provas é que no Livro de Enoch se fala de alguns seres, que normalmente eram tão reluzentes como o fogo mas que, quando desejavam, poderiam adotar a forma de homens comuns. Os Elohim se aproveitavam do temor que inspiravam os HA às tribos daquela época e se serviam dos Veganos para submeter pelo terror aos ignorantes povos do Oriente Médio Antigo.

Moisés se fez cúmplice de Jeová para provocar assassinatos em massa. Dou o caso de que quando Coré se rebelou contra Moisés, este lhe ordenou apresentar com 250 de seus homens, portanto incensários ante Jeová na porta da Tenda do Encontro.

Quando todos chegaram, Moisés disse: “’Nisto conhecereis que Jeová me tem enviado para fazer todas estas obras e que não é ocorrência minha: Morrem estes homens como morre qualquer mortal, alcançados pela sentencia comum a todo homem, e que Jeová não me tem enviado. Mas se Jeová obra algo portentoso, se a terra abre sua boca e nos traga com tudo que lhe pertence, e descem vivos ao Seol (profundidade da terra), sabereis que esses homens têm desobedecido a Jeová’. E sucedeu que assim que terminou de dizer estas palavras, se abriu o solo debaixo deles; a terra abriu sua boca e os tragou, com todas as suas famílias, assim como a todos os homens de Coré, com todos os seus bens”. (Números 16, 28-32). Mais adiante “brotou fogo de Jeová, que devorou aos 250 homens que haviam oferecido incenso” (Números 16, 35).

E óbvio que as armas dos HA causavam estragos nas filas dos pobres israelitas que se rebelavam ante Jeová e Moisés, seu cúmplice. Há outro detalhe da extrema crueldade: Houve judeus que se impacientaram diante da distante travessia pelo deserto e fizeram a saber a Moisés, manifestando sua inquietude. A reação de Jeová não foi precisamente “compreensiva”:     “Enviou então Jeová contra o povo serpentes abrasadas que mordiam; e morreu muita gente em Israel” (Números 21, 6). Essas serpentes abrasadoras eram raios calcinados provenientes das armas dos HA e provocaram centos de morte.
(pesquisar quantas pessoas Jeová matou na bíblia)

          Também havia muita competência entre todos os Elohim, e a prova é que Jeová era muito zeloso e possessivo de “seu povo”. Sempre manifestava o temor de que decidissem deixa-lo e ir-se com outros deuses, e os submetia com ameaça que, chegado ao caso, cumpria inexoravelmente. Assim como no Êxodo 32,27 não duvidou em ordenar a morte de três mil homens, em Deuteronômio 7, 9-10, Jeová adverte a Moisés: “Tens de saber, pois, que Jeová teu Deus Verdadeiro, o deus fiel que guarda a aliança e o amor por mil gerações aos que o ama e guardam seus mandamentos, mas que dá merecido em sua própria pessoa a quem lhe odeia, destruindo lhe”. Advertindo-lhe logo em Deuteronômio 8, 19-20: “mas se chegas a duvidar de Jeová, teu Deus, se segues a outros deuses, se lhes dá culto e te prostas diante deles, eu certifico hoje que hoje vós perecereis. O mesmo que as nações que Jeová vai destruindo a vosso passo, assim perecereis também vós por haver desobedecido a voz de Jeová, vosso Deus” é importante esclarecer que Jeová fazia caso omisso do servilismo do Moisés, pois não duvidava em ameaçá-lo se notava que seu “poder” se debilitava. E assim Moisés obedecia em tudo ao cruel Eloah, pelo temor de uma represália pessoal.
Em um capítulo, o povo de Israel se estabeleceu em Sittim e muito de seus homens se puseram a fornicar com as filhas de Moabe. Ficaram apaixonados pelas meninas e se prostraram diante de outro Elohim, que era contatado por esse povo.  Reação de Jeová não se fez esperar:” Disse Moisés. ‘Toma a todos os chefes do povo e (empala-los) em honra a Jeová cara ao sol; assim terminará o furor da cólera de Jeová ente Israel’. Disse Moisés aos juízes de Israel: “Matai cada um aos vossos que tenham aderido a Baal Peor’” (Números 25, 4-5). O resultado desses crimes trouxe uma tremenda peste que assolou a uma altíssima porcentagem de pessoas. Em Números 25,9 se descreve: “Os mortos pela praga foram 24.000”. Moisés foi o “executor terrenal” das ordens de Jeová e para aqueles que não sabem que é a técnica de empalar, lhes cometo que consiste em introduzir um grande Falo pelo ânus das pessoas e inseri-lo até a boca.

Jeová se assemelhava a um animal cheio de sangue. Em Números 31,2 diz a Moisés: “Faz que os israelitas tomem vingança dos medianitas”. Assim foi que mataram a todos os varões e “fizeram cativas às mulheres de Madian e as suas crianças, e saquearam seu gado, seus rebanhos e todos os seus bens. Puseram fogo em todas as cidades em que habitavam e a todos seus acampamentos” (Números 31, 9-10). E não conformado com isso, Moisés ordenou matar “a todos os meninos e a cada mulher não mais virgens” (Números 31,17). Posteriormente, sob as ordens de Moisés, o “povo escolhido” repartiam os saques. Nesta ocasião, parte eram as “32.000 mulheres que não haviam dormido com varão” (Números 31, 28). Os HA, sem que lhes morda nenhuma consciência, participaram “em nome de Jeová”, de uma grande ação: no texto bíblico se especifica que a Jeová lhe corresponderam 675 cabeças de gado lanar, 72 de vacas e 61 de asnos, assim como 32 prisioneiros (Números 31, 32-40). “O total do ouro que reservaram para jeová, de parte dos chefes do milhar e de cem, foi de 16.750 ciclos” (Números 31, 52). Ainda para os mais céticos custa aceitar que um “deus” precise de gado, dinheiro e escravas…salvo os supostos deuses que foram extraterrestres.

Os magnicídios de Jeová, com Moisés e os HA como cúmplices, pode se encontrar em distintas partes da Bíblia: ao relatar a conquista do reino de Sião, Moisés comenta com Jeová lhe ordenou apoderar-se deste território e a batalha que teve lugar em Yahás, confessando: “Nos apoderamos então de todas as suas cidades e consagramos ao anátema toda a cidade: homens mulheres, e crianças, sem deixar sobrevivente” (Deuteronômio 2,34). Esse fato se reiteraria com a conquista do Reino de Og, reconhecendo o texto bíblico igualmente que mataram a todos os habitantes “sem deixar nem um sobrevivente” (Deuteronômio 3, 3).

O extermínio se repete quando o povo israelita ataca aos benjamitas por ordem expressa do perverso Eloah: “Jeová derrotou a Benjamim ante Israel e aquele dia dos israelitas mataram em Benjamim a 25.100, todos eles armados de espada” (Juízes 20,35, dando continuidade depois “passaram a roubar os varões da cidade, ao gado e a tudo oque encontraram” (Juízes 20,48. Moisés não era o único cúmplice da crueldade do Eloah, pois em outro dos escritos bíblicos, Samuel lhe transmite a Saúl por ordem de Jeová, em relação à guerra que travaram com os amalequitas: “Agora castiga a Amaleque, consagrando-o ao anátema como tudo que possuem; não tenhas compaixão dele, mata homens e mulheres, crianças e lactantes, bois e ovelhas, camelos e asnos” (I Samuel 15, 3). Saul obedeceu a Samuel e “capturou vivo a Agar, rei dos Amalequitas, e passou a todo povo e fio de espada em cumprimento da anátema” (I Samuel 15, 8). Um dos maiores extermínios foi a batalha celebrada entre os israelitas comandados por Asá e Judá, e o milhão de etíopes dirigidos por Zeraj, que finalizaria com a morte de todos eles “até não ficar um vivo” (II Crónicas 14, 12).

Quero destacar do Livro de Enoch dois capítulos bastante ilustrativos. Recordemos que Santo Agostinho afirmava que a Igreja desprezava seu cânone, devido considerá-lo muito antigo e que, no entanto, foi aceito pelos primeiros cristãos, entre eles, São Clemente de Alexandria.

Enoch (o que caminhou na companhia dos HA e estes o abduziram até o céu) nos fala sem voltas da união entre Veganos e as filhas dos homens, e completa alguns dados que se cala no Gênesis. No capítulo VI, versículos 1-8 e Capítulo VII, versículos 106, diz “Assim pois, quando os filhos dos homens se multiplicaram e lhes nasceram nestes dias filhas formosas e bonitas, e os anjos, filhos dos céus as viram e as desejaram, se disse entre eles: ‘Vamos, escolhamos mulheres entre os filhos dos homens e tenhamos filhos’. Então Semyaza, seu chefe, lhes disse: ‘Temo que talvez não vão querer (realmente) cumprir esta obra, e serei eu só, responsável de um grande pecado’. Mas os outros lhe contestaram: ‘Façamos todos juntos um juramento e prometamos todos com uma anátema não mudar de destino, mas somente executar realmente (esse destino)…” os HA participam em vários episódios da Bíblia. Alguns dos personagens bíblicos “foram arrebatados aos céus por misteriosos turbilhões e carros de fogo”. Era evidente que os Veganos abduziam aos terrestres para algum tipo de estudo ou experimentação. O profeta Elias foi arrebatado por um turbilhão diante dos olhos de 50 profetas e de seu companheiro Eliseu. Enoch também foi levado aos céus em um carro de fogo. O Profeta Isaías também foi levado aos céus, acompanhado de vários “anjos”. No Novo Testamento se relata outro “arrebatamento”: Felipe também foi levado por um carro e transportado carca de 40 KM. As “visões” de Ezequiel são narradas em outro dos livros:

Óvnis (Pluralidade dos Mundos Habitados).
Em resumo: A crueldade dos Elohim, em cumplicidade com os HA e Moisés, não tem comparação.

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Paz e Luz

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