Análise de Aijalom Wagner sobre as Abduções – Os novos paradigmas sobre a Mente dos Abduzidos.
(c)2011 – Permitida a Reprodução com Citação da Fonte.
Centro da Nova Metapsique e Ufosofia
Os desaparecimentos seguem uma linha que depende do modus operandi de seus executores. Alguns com motivações, (1) científicas, como estudos, outras vezes, (2) com fins manipulativos, (2A) com intenções de correções genéticas em sua própria civilização, outras vezes como (2B) pesquisa no desenvolvimento de anticorpos e cura de enfermidades. Isto inclui o processo de implante e sondagem orgânica (2B1).
(2C) Pretendem em certas operações de abdução transportar pessoas para o reinício de alguma civilização, insto inclui (2C1), a fertilização e fecundação não autorizada ou autorizada e (3), Raptam cientistas e pessoas de elevado saber para idealizar soluções científicas para problemas e cunho social em suas civilizações.
Não há raptos para criação de raças na Terra, não há necessidade lógica para isso já que somos raça em evolução rápida, cientifica e geneticamente. Somos auto-suficientes depois de uma era de visitas no passado.
(4) Há pessoas que são abduzidas (mulheres), para que vejam seus híbridos, isto ocorre quando os extraterrestres precisam que as mães interajam com os filhos para que estes se desenvolvam mais facilmente, muitas raças não sabem lhe dar com híbridos. Quanto a isto está certo Budd Hopkins que pesquisou a fundo o Fator 4 das abduções.
Os visitantes de dormitório variam quanto a forma de abduzirem, não há uma característica única nesta operação.
Observam a algum tempo o “paciente”, geralmente abduzindo antes e implantando sensores de medições sensitivas do futuro abduzido. Estas implantações são muitas das vezes operadas durante o sono quando o indivíduo sonha a nível superficial com injeções e dores físicas, acompanhadas de paralisias noturnas, suor intenso e cicatrizes sob a pele.
É claro que este fenômeno abdutório implanta também condicionamentos reativos no sujeito que passa a ter medo de procedimentos cirúrgicos, de dormir, de sonhar etc.
Sua Mente reativa cria ordens pós-hipnóticas do tipo: “isto não dói”, “você não vai sentir nada”, “precisamos do seu sangue” etc. todas as ordens de cunho negativo e que impõe insensibilidade. Os indivíduos implantados não sentem seu corpo repelir os objetos, não sentem dor, e muitas das vezes dependendo da frase enviada a suas mentes por ocasião do processo de implante passam a se sentirem especiais.
Há casos onde a frase dizia “você é importante para nós”. Reativamente os implantados acreditam como qualquer hipnotizado no que lhes é dito, assim assumem a forma destas ordens as vezes positivamente segundo o fim que desejam.
Posteriormente as implantações, ele é abduzido. Esta parte da abdução é para colherem amostras. Alguém poderia perguntar, “para que abduzir se podem sondar a distancia?”, é claro que o podem, esta é a intenção da operação, porém quando conseguem os dados relativos como as condições perfeitas de órgãos e sensores, podem voltar e aplicar a operação cirúrgica para remover tecidos e órgãos.
Quanto a operação do Fator 2C1, mulheres participam mais ativamente embora homens também estejam incluídos no processo de hibridização, algumas vezes a mulher recebe o mesmo procedimento 2B1 de sondagem orgânica, as vezes (1) apenas a cunho científico. Mas na maioria das vezes a intenção é puramente o Fator (2) de manipulação, seja para procriação ou para obtenção de órgãos reprodutivos.
O Fator (2) é o mais comum, é claro, mais temido por devolver o sujeito em condições psicológicas desordenadas. O apagamento da memória vivencial durante as operações cria uma linha de espaço na Mente Analítica onde as ordens pós-hipnóticas partem para o controle do indivíduo, podemos falar de uma alucinação existencial, onde há uma despersonalização do Eu Consciente, descendo para o Ego numa falsa identificação do Eu, daí surgem pessoas que se acreditam extraterrestres, enviados etc.
Quando entra esta ordem pós-hipnóticas no sujeito?
O indivíduo sente medo no momento pré-abdutório, este medo somasse a diminuição de sua capacidade analítica levando-o a gravação de todo o fato como ordem hipnótica, conhecido como engramas, e tudo isto independe da visão Dianética, pois é exatamente assim quem a mente funciona de acordo com as varias terminologias existentes para cada processo deste de arquivamento no banco de memória padrão da mente analítica.
Se o humanóide expressa uma ideia, e podemos falar de conceito, pois a comunicação depende de um intermédio tecnológico (não confundir com telepatia), que o individuo, com sua capacidade decodificadora diminuída, capta de forma absurda, somada a crenças e suposições o leva a uma reação de pós-sobrevivência, ou seja, ele tenta uma solução de fuga.
Todo este drama causa alterações na auto identificação do sujeito.
Quando o ser lhe envia o conceito de que está chegando, ele interpreta que o ser está sempre chegando, porque o tempo mental perpetua a experiência, porque o medo a impulsiona a sempre evitar situações como esta.
Pessoas abduzidas sempre estão esperando uma volta, ou uma chegada súbita destes raptores, mensagens de “não lhe farei mal algum” somados com a origem estranha do ser, somado as luzes de natureza diferente da conhecida, somada a crença em seres superiores etc, dão ao individuo uma noção errada de “divindade”. É assim que a mente funciona e é assim que os antigos reagiram, de forma subalterna, escrava e religiosa ao fenômeno.
A isto somasse a sensação de eterna vigilância. Os antigos chamavam os seres das estrelas de “os vigilantes”, esta impressão provém da soma de captações colhidas durante a experiência. A parte da mente que opera em situações de risco e medo, além de diminuir a forma de captar através dos sentidos, reage a atender, como numa compulsão a todos os aspectos desta captação.
Exemplo: “Precisamos de você, você é importante para nós”, somasse a outras características sensitivas, e para a mente reativa tudo é igual a tudo. O padrão de inteligência se torna associativo. Tudo passa a ser um fator de volta, aparição, o resultado? “Eu sou um enviado”.
O “Eu sou um enviado” surge da expressão “nós o enviaremos de volta agora”, esta expressão assume a forma de ordem, e no momento de volta da consciência, ou seja, no fim da experiência se torna uma ordem pós-hipnótica que resulta em “eu sou um enviado”, “haverá uma volta”. Perceba que as frases são ditas sempre no futuro “Você será…”, “nós faremos…” etc.
No processo como o (2B), pesquisa no desenvolvimento de anticorpos e cura de enfermidades. Alguns raros abduzidos retornaram com sua saúde restituída, isto é o resultado final do processo que experimentam no próprio abduzido, antes de ser completado o estudo nos próprios abdutores.
Assim os implantes são primariamente materiais, porém o implante psicológico permanece sendo uma força maior sobre o comportamento do sujeito. Quanto a deleção da mente, é a mente analítica que é “dormida”, ficando a reativa em ação mais forte, este é o perigo da abdução assim como o é do processo de hipnose pelo qual passam os abduzidos par relembrarem o ocorrido, certamente que lembra. Porém QUALQUER coisa ouvida assume forma de sugestão pós-hipnótica no nível de comportamento. Cada palavra, cada conceito para uma pessoa “inconsciente” assume a fórmula A=A=A=A.
“Agora você irá lembrar-se de onde esteve no dia X”, ora se você faz retroceder a mente analítica tudo bem, mas ao estar hipnotizado, não é o sujeito inteligente que está ali, é a parcela da mente que esteve presente durante o processo de implante psicológico. Todo o fato base é revivido, assim são revividos os implantes psicológicos.
Os extraterrestres sabem disso, sabem que temos uma técnica para recuperar fatos, mas também sabem que os dados estarão todos associados sem nenhuma relação interdependente, o individuo fala através de parte de sua mente reativa, primitiva, e parte de sua mente Consciente, que ainda não é a Mente Analitica. Pode-se estar consciente, mas pode-se não estar analítico.
O hipnotizado chora, reage, porque é a parcela da mente que está figurando a experiência naquele momento.
“Você não sentirá nada durante a rememoração”, isto resulta num organismo reagente que pode, dependendo dos fatores restimulativos, ter dificuldades em sentir algo! Como ele poderá estar certo sobre o que sentiu em determinada parte da experiência se a ordem é “você não vai sentir”?
Não se questiona o poder da hipnose de rememorar, mas esta rememoração está sujeita as palavras ditas durante a regressão. O maior conceito da regressão hipnótica é que o individuo deve “voltar”, quando “desperta” o individuo volta a todo momento ao ocorrido, isto pode gerar, como, disse, dependendo dos fatores restimulativos, como situações semelhantes, uma rememoração continua da experiência que se sabe não ser confortadora.
As supostas curas conseguidas com hipnose são questionáveis, porque em função de uma deleção de um problema na memoria, esta remoção está acompanhada de palavras captadas pela mente reativa, contra as quais o individuo não tem poder de comando. O sujeito recebe outros comandos, não importa o que se diga, o hipnotizado esta recebendo comandos, inclusive os comandos de negatividade como “você não” isto ou aquilo.
A hipnose serve para a compreensão mecânica da mente, uma vez que saibamos como ela opera a hipnose assume uma roupagem apenas de comando, controle e sugestão e não de libertação da mente por si mesma ou como terapia natural.
Não importa o quão seja formado um terapeuta hipnótico ele ainda não sabe o suficiente sobre a mente ainda que saiba o suficiente sobre o método.
Qual o caminho para isto? Uma volta estimulada pela mente analítica e não pela mente reativa e para isto existem técnicas que os hipnoterapeutas abominam, pois é o fim da brincadeira do “chefe mandou” e consequentemente o fim de seus empregos.









